Dr. Álvaro Schwerz Tosseto visita o Conselho Diretor da OCEB
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Aconteceu no último dia 21 de maio, a reunião do Conselho Diretor da OCEB. Na ocasião o Executivo da Gerência de Negócios com o Cooperativismo do Banco do Brasil, Dr. Álvaro Schwerz Tosseto, realizou apresentação da Gerência e tratou sobre o relacionamento entre as cooperativas da Bahia e o Banco do Brasil. Confira a entrevista de Álvaro Tosseto.
1. O que motivou a criação da Gerência de Negócios com Cooperativas – GNC – no Banco do Brasil?
O Banco do Brasil é parceiro histórico do cooperativismo e observamos que o crescimento do setor cooperativista é bastante intenso e em níveis superiores ao crescimento do país. Atentos a esse processo e objetivando capturar negócios e apoiar as cooperativas, sentimos a necessidade de criar uma Gerência de Negócios com Cooperativas, dentro do Banco do Brasil, para possibilitar um tratamento adequado em relação as necessidades de produtos e serviços financeiros que as cooperativas demandam. Desta forma, estamos fazendo um trabalho de aproximação com as organizações de cooperativas no âmbito nacional e estadual, ouvindo os presidentes e representantes quanto as suas principais necessidades em relação aos produtos e serviços financeiros, para que possamos desenvolver soluções específicas para as cooperativas e os cooperados.
2. Quais mudanças mais significativas ocorreram dentro desses dois anos de criação da GNC em relação ao atendimento e oferta de serviços e produtos para cooperativas?
Criação de novas linhas de crédito com taxas e prazos adequados às necessidades das cooperativas. Além disso, uma busca constante na melhoria do modelo de atendimento, para isso os funcionários estão passando por treinamentos para que possam compreender as diferenças entre uma empresa comum e uma cooperativa. Estamos, também, ampliando o atendimento para cooperativas de pequeno porte disponibilizando um funcionário especializado para esse tipo de atendimento, que pode ser feito presencialmente ou por telefone. Em termos de prestação de serviços, criamos um modelo de cobrança específico para o setor cooperativista com taxas mais baratas, em relação as praticadas no mercado, objetivando ampliar o volume de negócios em cobrança das cooperativas. Pretendemos, ainda, melhorar na oferta de cartões e seguros para que as cooperativas tenham mais alternativas de produtos financeiros com taxas diferenciadas junto ao Banco do Brasil.
3. Como o Sr. avalia as cooperativas baianas em relação a GNC?
Percebemos que as cooperativas da Bahia buscam uma qualificação, o que é extremamente salutar, no processo de gestão das cooperativas. Uma gestão positiva além de agregar no aspecto financeiro possibilita a sustentabilidade dos negócios. O processo da gestão é cada vez mais importante em todos os ramos de atividades e nas cooperativas a exigência é maior em razão da busca constante do crescimento. Ressaltamos, que estamos felizes em perceber que a OCEB trata o processo de gestão como fator relevante para o crescimento e sustentabilidade das cooperativas do Estado.
4. Qual o grande diferencial do Banco do Brasil em relação aos outros bancos, quando o assunto é relacionamento com cooperativas?
Podemos considerar dois aspectos. Primeiro, o atendimento direcionado e especializado para cooperativas e cooperados. Segundo, a grande variedade de produtos e serviços financeiros oferecidos, sendo a mais completa linha, contemplando todos os ramos do cooperativismo.